domingo, 9 de outubro de 2011

Da vida conjugal

Aprendi a ser pai vendo a minha esposa ser mãe.

O Crente e a Política_O Primeiro Rei


Tal município corre o risco de ter candidato único para a Prefeitura.  Desconsiderando-se aqueles partidos que lançarão candidatos arriscando-se a que haja segundo turno para, só então, apoiar o mais forte.  A democracia funciona também assim.
Não havia democracia no Antigo Testamento. Nem Estado, muito menos Estado de Direito.  Sequer Estado Democrático de Direito.  Estes, basicamente, englobam  o respeito pela hierarquia das normas (uma lei está abaixo ou acima de outra e, acima de todas, a Constituição Federal), a separação de poderes  e a submissão aos direitos fundamentais. Os políticos (eleitos) devem ser submissos às próprias leis, legislação, que criam. E a sociedade, se precisar, deve obrigá-los a isso. É o Império da Lei que submete o próprio Estado. Mas o Estado “não existe”, quem manda nele são aqueles eleitos pelo voto. Por ora fiquemos por aqui. 
Antigamente, mais forte foi Saul. O mais alto e entre os mais bonitos de Israel de seu tempo. O primeiro rei. Quando Israel pediu a Deus um rei para que fosse um povo igual a outros povos, Samuel, o profeta, ficou ofendido. Deus mesmo tentou demovê-los da idéia. Avisou-lhes que esse governante único seria senhor da vida dos seus filhos e filhas e de seu patrimônio. E, afinal, por insistência deles, deu lhes Saul como rei.
Saul “trai” a Deus. Ainda que Deus saiba o que se passa e quem são os homens. A traição não está num suposto desconhecimento de Deus, mas no ato de desobediência em si.
Diante de uma situação para exterminar todo o povo dos amalequitas e destruir todo o seu patrimônio, Saul poupa o rei e o melhor do gado bovino e ovino. Intimado pelo profeta Samuel, mente e diz que eram, os animais, para sacrifício ao Senhor.
Saul está politicamente correto. A quinzena que vem: “Por quê?”.